Plataforma Vibratótia - Vibração Vertical e Oscilatória
Dois tipos de plataformas: resultados diferentes
Existem dois tipos de plataformas: as de vibração vertical (ou ênfase na vibração vertical) e as de vibração oscilatória. Nesta última, a oscilação (o eixo da vibração que atravessa a plataforma pelo meio obriga a que quando uma das extremidades desta desça a outra suba e vice-versa, tal como as pranchas que equilibristas circenses colocam sobre cilindros para mostrar as suas habilidades) acontece à velocidade que a frequência (Hz) selecionada determinar (usualmente entre 1 e 30 Hz), podendo a amplitude dessa oscilação variar entre os 1 e os 15 mm.
A plataforma de vibração vertical, por seu lado, sobe e desce toda por inteiro a uma maior frequência (30 a 50 Hz) com uma amplitude de vibração de 1 a 4 mm.
Os valores e amplitudes das vibrações que são utilizadas pelas plataformas são os que os cientistas, através de dezenas de anos de estudos científicos rigorosos realizados em clínicas, hospitais e universidades concluíram ser os que permitem transmitir aos seus utilizadores os resultados mais eficazes dentro da maior segurança.
A plataforma vibratória vertical possibilita a realização de exercícios, por exemplo, em posição deitada sobre o aparelho (que a oscilação da plataforma oscilatória não permite), que possibilitam o exercitar muito eficaz da parede abdominal e da musculatura extensora da coluna (que rápida e facilmente consegue eliminar dores de costas derivadas de fragilidade muscular) ou, através da utilização de duas tiras de tecido que se podem acoplar à plataforma, permitem trabalhar significativa e eficientemente os membros superiores e a parte superior das costas. Esta realidade faz com que estes aparelhos de vibração vertical permitam a realização de mais de 40 exercícios de estimulação de força, potenciação de alongamentos e/ou de realização de massagens. Esta diversidade de exercícios possibilita uma solicitação física muito completa e, quando necessário, específica e localizada.
Por seu lado, uma plataforma oscilatória só permite realizar exercícios em pé ou com as mãos apoiadas na plataforma em posição de “gatas” ou em prancha (dependendo se pretendemos apoiar ou não os joelhos no chão) e algumas variações associadas a estas posturas dobrando mais ou menos as articulações envolvidas nos exercícios. Não permite a realização de exercícios na posição deitada e dificilmente na de sentada. Não permite a realização de alongamentos nem de massagens.
Comparação de mercado
O site francês "www.relax-attitude.com" apresenta uma comparação que refere a plataforma de vibração oscilatória como mais eficaz na redução da massa gorda e a plataforma de vibração vertical, apesar de também combater eficientemente o excesso de gordura corporal, como mais efectiva em:
• tonificar os músculos;
• realizar musculação localizada;
• tornear a silhueta devido ao seu efeito localizado;
• reeducar determinada zona muscular ou articular;
• reactivar músculos não solicitados há muito tempo;
• eliminar dores de costas derivadas de fragilidade muscular.
Para melhorar a circulação sanguínea ambas são eficazes.
As imitações de baixo custo
Já não é novidade que quando os equipamentos são promissores surgem logo os aparelhos de baixo preço e consequentemente de qualidade duvidosa. Já há no mercado plataformas construídas em plástico. A fragilidade não é o único problema que apresentam. As colunas de fibra ou de plástico são instáveis, o aparelho fica barulhento e a sua longevidade não é a mesma que uma plataforma com essa estrutura em ferro.
É importante que uma plataforma vibratória tenha uma coluna de ferro e pese pelo menos 50 quilos. Para serem eficazes têm de produzir vibração a determinada frequência mas se não tiverem peso suficiente, o aparelho começa “aos pulos pela casa”. Se, por outro lado, uma plataforma mais leve quando é ativada não saltar é porque não vibra à frequência recomendável e, portanto, não pode ser eficaz (www.fitness-paradise.fr).